Depoimento espetacular que eu nem mexi para publicar no blog.
Obrigado Socorro!
O que mais me impressionou na Turquia, além dos lugares e da comida, foi como é bem cultuada a arte de vender e como cada vez mais, percebemos que é importante se envolver e se interessar por aquilo que fazemos.
Por mais que seja um fardo o dia a dia do trabalho, o envolvimento e o interesse faz ele ser mais leve e mais bem sucedido.
Uma coisa é básica na Turquia: eles não têm preguiça pra vender!
A chegada de um cliente numa loja é uma “alegria”!
A sedução começa com o cumprimento, depois os argumentos lógicos sobre o produto e naturalmente, com o decorrer, as informações e o emocional.
As alternativas que são mostradas (perceba bem MOSTRADAS, não empurradas) para que o cliente não saia sem comprar é uma técnica fantástica.
O “conhecer do produto”, demonstrando o quanto é importante o que você pretende comprar é genial, porque começa a criar uma necessidade de compra no sentido “lógico” e não emocional.
Você acaba acreditando que está levando um produto de primeira e está fazendo uma ótima compra.
O bom humor durante o processo de venda é outra característica poderosa.
A atenção dedicada naquele momento, só a você, é muito importante. Não ficar fazendo outras coisas na hora da venda.
É o CLIENTE e mais nada. Não existe celular ou telefone ou ficar de olho em outro cliente
que está entrando, é DEDICAÇÃO.
Eu, sinceramente, acho que a grande maioria de vendedores deveriam ter um item básico no currículo: INTERESSE, só se pode ganhar dinheiro com a venda e consequentemente ela só é realizada se houver interesse em vender.
Sabe que eu voltei querendo ser vendedora!
P.S. meu: E eu fiquei com vontade de ir pra lá pra ver como é essa história de fazer na prática o que a gente tem recomendado todo dia o dia todo pra quem trabalhar com a gente. Deve ser o céu do varejo.