Quanto vale uma refeição?
É impressionante como a maioria das novidades que a gente vê e põe aqui no blog é ligada à tecnologia.
Internet, telefonia celular, bluethooth e a integração de todas essas coisas.
A gente não sabe mais onde começa um e termina outro.
E realmente, essa é a tendência das coisas.
Inegavelmente.
Mas pra mostrar que estratégia não é só ligar o seu negócio na internet, vamos dar um exemplo de uma coisa bem básica.
Preço.
Lembram desse “P”?
Então, ele mesmo.
Tem restaurante por aí que não cobra um preço fixo dos Clientes.
O cara entra, come e paga quanto acha que o prato vale.
E você acha que esses restaurantes saem no prejuízo?
Que nada!
Os Clientes ficam satisfeitos em pagar bem pelos pratos.
Alguns exemplos são
Der Wiener Deewan, em Viena, o One World Café em Salt Lake City e o SAME Café, em Denver.
Nesse mercado, só sendo diferente mesmo!
Muito sucesso pra essa galera!
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Como teve uma galera se manifestando, vamos atualizar o post.
Tem mais gente fazendo isso!
E pra nossa felicidade, aqui no Brasil mesmo.
Um abraço pro Cleber, que chegou a fazer isso no Bapi, na linha de cereais e sobremesas.
Mesma coisa.
O Cliente dizia o quanto valia o que comeu.
O Chácara, pertinho da gente, aqui em Botafogo, no Rio de Janeiro não faz isso, mas tem uma
estratégia dem diferenciada.
Uma caixinha onde o Cliente paga e pega, ele mesmo, o seu troco e deixa a gorjeta que quiser.
Essa foi dica do Gu Saiani, que disse:
“Claro, isso seria só uma gracinha se eles não tivessem uma comida muito boa, atendimento muito legal e serem um oásis de calma ali na nossa área…e uma linha de fazer tudo ficar agradável, sincero e caprichado.”
Mais alguém se pronuncia?
Esperamos que sim!