Que tal ter frutas, verduras e legumes chegando às prateleiras em menos de 24 horas após a sua colheita? Não é nenhum modelo novo de transporte ultrarrápido, mas sim um projeto da BrightFarm Greenhouses que financia, constrói e opera plantações hidropônicas em supermercados (ou em algum lugar bem próximo a eles). O custo para o varejista é zero, desde que mantenha a obrigação dele em comprar a produção.
A marca americana já está envolvida em vários projetos em comunidades locais e até varejistas como a Whole Food e McCaffrey’s Markets. Especializada num ramo curioso, a BrightFarm Greenhouses está ficando em voga por conta de duas tendências: sustentabilidade e ultra-localidade. Com alimentos sendo plantados na área do varejista, não há consumo de combustível para transporte, nem necessidade de aditivos químicos pra fazê-los durar mais tempo pra aguentar a viagem. O varejista ainda ganha no aspecto visual, frescor e saudabilidade do alimento, que se torna muito mais atrativo aos Clientes.
O próprio CEO da marca, Paul Lightfoot, sabe que “o consumidor de hoje exige produção sustentável e sem desperdício”. Entregando alimentos mais saudáveis e diminuindo o impacto no meio ambiente… Todo mundo ganha!
Imagine produzir energia suficiente ao caminhar para alimentar semáforos, postes de rua, letreiros de loja, etc. Pois foi assim que a Pavegen Systems desenvolveu um ladrilho que pudesse absorver a energia do impacto dos passos de quem passa e utilizá-la pra outros fins. (Já falamos aqui sobre uma pista de dança sustentável que funcionava com o mesmo princípio.)
Cada ladrilho tem no centro uma lâmpada de LED (diodo emissor de luz) que acende cada vez que é pisado mostrando que a cada hora, uma pessoa é capaz de produzir 2.1 watts de energia. O piso é feito com borracha de pneu reciclada, aço inoxidável e ainda é a prova d’água e resiste a mudanças de temperatura.
Pra testar o piso, os ladrilhos foram colocados nos corredores de uma escola inglesa. Confere no vídeo aqui embaixo!
Por meio de um acordo com a comissão organizadora dos Jogos Olímpicos de Londres do ano que vem, a ideia é que o piso seja instalado no cruzamento entre o estádio olímpico e o shopping de Westfield Stratfors City. Já imaginou aquela imensa quantidade de torcedores produzindo energia limpa só pelo fato de caminhar por ali? Show!
Já pensou em produzir eletricidade de verdade enquanto dança? Designers holandeses do Studio Roosengaard pensaram. E pra isso, eles criaram uma pista de dança inovadora e inusitada: a EcoPista.
A pista de dança é revestida de molas e capta a energia mecânica da pressão dos pés de quem está dançando. Depois um gerador transforma essa energia em eletricidade que é usada pra abastecer o som e a luz.
Dá uma olhada no vídeo pra ver como essa invenção funciona:
O projeto foi lançado num lugar perfeito pra produzir muita energia com gente muito animada: o Rock in Rio!
A Transport for London – empresa de transporte londrina – encomendou uma iniciativa super legal com a Recyclebank. A ideia é encorajar o pessoal a andar mais de bicicleta ou caminhar.
O programa funciona assim: a Recyclebank fez um aplicativo pra smartphone que vai permitir aos usuários da capital inglesa logar a distância de suas jornadas e convertê-la em pontos. Esses pontos podem ser trocados por ofertas e descontos nas lojas participantes, que atualmente tem mais de 3 mil parceiros de recompensa, incluindo Macy’s, Kmart, Brookstone, etc.
Os membros do Recyclebank também ganham pontos adicionais participando de outras iniciativas “verdes”, como reciclagem em casa, uso de produtos naturais, e se comprometendo a usar menos água ou eletricidade.
O CEO do Recyclebank comentou que a iniciativa “é totalmente voltada para o fornecimento real de recompensas financeiras, e também para, além disso, mostrar às pessoas como as suas ações impactam no ambiente”.
Cada vez mais, a busca das Companhias pela sustentabilidade nos traz novidades. Já falamos aqui sobre uma impressora reversa, que apaga a tinta. Agora é a vez de uma impressora que faz o processo comum, porém sem usar tinta.
Como? A Tanning Printer, ou Impressora Bronzeadora em livre tradução, não usa cartucho de tinta nem eletricidade. Ao invés disso, ela usa o poder do sol para “bronzear” o papel e criar imagens e conteúdo.
O produto funciona como aquela experiência que todo mundo já fez: queimar alguma coisa com uma lupa através da luz do sol. Só que a Tanning Printer não coloca fogo em nada, apenas “bronzeia” o papel.
O único porém do produto é que ela imprime somente em preto e branco. Mas os designers da invenção não acreditam que isso será problema, já que 70% das impressões feitas todos os dias não são coloridas. O meio ambiente agradece e a gente também!
A ideia por enquanto é um protótipo, mas que pode ser lançada muito em breve e seria um grande feito no mundo dos brinquedos. Estou me referindo à Origo, uma impressora 3D que transforma os desenhos que a criança fez em brinquedos de verdade.
A Origo foi desenvolvida especialmente pras crianças, com um funcionamento muito simples, pensada pra ser usada com a mesma facilidade de um game Xbox, por exemplo.
A impressora não só é inovadora, como também é um produto sustentável. Todo brinquedo criado pela Origo é feito de plástico reciclável. Então, se a criança não quiser mais aquele brinquedo, ele pode ser reciclado e se transformar em outro brinquedo novinho!
A criação é dos designers Artur Tchoukanov e Joris Peel.
Que tal deixar as garrafinhas plásticas de lado? É o que a Life se propõe a fazer. Life é uma garrafa feita de papel, que foi criada especialmente para ser usada durante a Milano Expo 2015. Pra promover o produto, as garrafinhas serão distribuídas gratuitamente na feira.
A Life não causa danos ao ecossistema, pois é feita de papel reciclado e um cordãozinho verde de algodão natural, que permite que você carregue como uma bolsa, deixando as mãos livres.
Mais uma vantagem da garrafa é que ela é feita com uma dupla camada que garante isolamento térmico. Ou seja, água gelada por mais tempo.
A introdução da Life pretende reduzir o uso de garrafas de plástico, e assim, reduzir uma grande quantidade de resíduos de plástico.
Já falamos por aqui sobre garrafas PET recicláveis num outro post. Mas o caso do Guaraná Antarctica merece uma atenção especial. Trata-se de uma iniciativa bem bacana: o Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta.
O projeto tem o objetivo de incorporar resina de PET reciclado à resina virgem, pra ser usada na fabricação das embalagens de 2 litros. Pra isso, a Companhia investiu na qualificação e harmonização de uma cadeia de cooperativas de reciclagem que serão os grandes fornecedores dessa empreitada.
A Ambev também criou um programa de excelência que aumenta a produtividade da comunidade que fornece os frutos e ainda oferece garantias para o produtor. Além disso, implementou um modelo novo de transporte que reduziu significativamente a emissão de CO2. Muitas outras iniciativas fizeram parte desse projeto.
Pra se ter uma ideia em dados, os ganhos ambientais alcançados pelo projeto para a estimativa de venda anual na rede Walmart foram:
redução de 60,7 mil kg de material de embalagem por ano
redução de 940 mil litros de água por ano
economia de 208 mil litros no consumo de óleo diesel/ou óleo combustível no transporte
redução da emissão de 557 mil kg CO2 equivalente por ano
tecnologia para utilização de embalagens de PET 100% reciclado pós consumo aprovada para contato com alimentos e bebidas
fomento e estruturação do cultivo do guaraná na região amazônica com assistência técnica aos agricultores para o plantio e obtenção de maior produtividade pelo mesmo espaço ocupado, garantia de ausência de trabalho infantil, garantia de preço e de compra da safra produzida
iniciativas para fomentar a estruturação e coleta do PET reciclado pós consumo de forma a manter a rastreabilidade da cadeia, análise de oportunidades e de melhoria e conscientização do consumidor.
Foi inaugurado há pouco tempo em Barcelona um edifício coberto por uma membrana feita de ETFE (Etileno-TetraFluoroEtileno) e uma câmara de ar equipada com sensores que ativam a liberação de nitrogênio, de acordo com o clima.
Falei grego? Em bom e velho português: um prédio inflável que controla a temperatura. Se estiver calor, a capa infla pra filtrar em até 85% os raios UV. Se estiver frio, a membrana se abre pra passagem de luz e calor.
O projeto ainda conta com um telhado de painéis solares, e um jardim com sistema de “reciclagem de chuva” que aproveita a água no sistema de ar condicionado.
A redução em relação ao consumo tradicional de energia é de 20%, principalmente no ar condicionado do edifício. Isso que é consumo de energia consciente!
Você está no meio da rua, longe do seu destino e seu celular dá o último aviso: “low battery, power down”. Pois é. Isso é muito comum nos nossos celulares de hoje em dia, que sugam a energia, cada vez mais rápido, e nos deixam na mão quando a gente precisa.
Uma boa alternativa é o Power Trekk. Um carregador ecológico que funciona com… Água(!). Ele utiliza o hidrogênio da água com a peça “Power Pukk”, que gera eletricidade pra carregar até 2 vezes um iPhone 4. O carregador tem entrada e saída USB que possibilita você a carregar a bateria de outros gadgets também.
Pra você entender na prática, dá uma olhada nesse vídeo:
Espera-se que o produto esteja disponível na Europa até outubro desse ano, mas bem que podia chegar logo aqui no Brasil também, né?